Twitter serve de bússola na noite paulistana

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ANA PAULA BONI
da Revista da Folha

Revista da Folha Quando a banda curitibana Los Diaños tomou o palco da casa noturna Astronete, no Baixo Augusta, em 17 de julho, na plateia tinha início também um outro tipo de show.

O astro, no caso, era o publicitário Leandro Rossi, 25. Com seu iPhone na mão e conectado à internet, ele fazia a noite acontecer no Twitter, em tempo real. Desde o início da balada, o publicitário ia postando algumas impressões em sua página no microblog que virou febre no mundo todo.

Paulo Pampolin/Folha Imagem
Publicitário Leandro Rossi "tuíta", 25, do Genial, no bairro da Vila Madalena
Publicitário Leandro Rossi “tuíta”, 25, do Genial, no bairro da Vila Madalena

Seus 257 seguidores –como são chamadas as pessoas que formam as redes de relacionamento do Twitter– acompanham tudo lendo os registros a partir do computador ou do celular.

Na mira do publicitário está a turma de amigos que tem um ponto de encontro virtual na página La 44 da rede. Ali, eles podem decidir a programação da noite ou do fim de semana.

La 44 é o apelido dado à casa onde Leandro mora com dois amigos, outro publicitário, Rafael Williams, 27, e um jornalista, Rafael Takano, 23. Os três têm páginas pessoais no microblog, mas preferem “tuitar” –verbo instituído pelos usuários– das baladas direto para esse endereço comum.

Esse uso do Twitter na e sobre a balada é uma das formas de relacionamento na rede social. “Os usuários perceberam que a ferramenta tinha muito mais potencial do que imaginavam”, afirma José Calazans, analista de mídia do Ibope Nielsen Online. “Assim, há quem use como distribuidor de links ou até para bate-papo. E um dos usos é para maior socialização.”

Além da ideia de ver e ser visto, o “tweet” (como se chama a mensagem escrita no site) na balada tem ao menos duas vantagens, explicam os “tuiteiros”: alcançar o maior número possível de usuários e não incomodar ninguém com um telefonema ou um torpedo no meio da noite.

Atingir vários amigos ao mesmo tempo significa mais chances de ter algum retorno naquela noite -e eliminar a hipótese de levar um “não” de alguém específico. “O Twitter diminui a chance de a mensagem ser descartada”, afirma Rafael Mendonça, planejador da consultoria CO.R Inovação. “Às vezes você manda um torpedo para alguém que não está a fim de sair, e a mensagem está perdida.”

Sem falar no efeito surpresa: “Você manda o ‘tweet’ e não imagina quem entre seus seguidores vai aparecer na balada. De repente, chega alguém”.

Leandro e companhia não param de “tuitar”. Perceberam o potencial do Twitter e a mobilidade que ganham com um celular conectado à internet em situações como a vivida em março deste ano, na véspera do St. Patrick’s Day. Diretamente de pubs da cidade, eles turbinaram a comemoração com um diário da peregrinação.

Além de escrever, os “tuiteiros” publicam fotos diretamente dos bares e casas noturnas. Fica registrado em imagem o que está rolando de melhor por onde passam. E, claro, o de pior.

Essa ideia de usar o site de qualquer lugar à noite caiu tanto nas graças dos usuários que uma empresa abriu os olhos para o filão. A Matizar resolveu criar um site similar só para os frequentadores de baladas de São Paulo e do Rio.

“É um mapa em tempo real do que está acontecendo de bom nas duas cidades. Foi pensado como ferramenta indispensável para sair à noite”, explica o diretor de mídias interativas, Nathaniel Leclery. A página, www.ubizu.com.br, deve ser lançada em outubro.

Enquanto isso, a empresa está no processo de seleção de seus 40 “repórteres da noite” em São Paulo, que vão dar o pontapé inicial no site. É gente viciada no trio celular + noite + Twitter, para indicar os melhores lugares da cidade.

A estudante de designer gráfico Svetlana Bianca, 20, 165 seguidores, não tem qualquer relação profissional com o Twitter, mas fez da rede um importante elemento de sua movimentada vida social. Antes de sair de casa para ir aos bares, onde faz o “esquenta”, Svetlana escreve do computador, como no dia 19 de agosto.

“Normalmente às quartas vêm os ‘tweets’ de balada, porque eu vou para a FunHouse. E muitos dos meus amigos também vão”, conta a estudante. Na casa noturna no Baixo Augusta, toda quarta-feira acontece a balada Funhell, liderada pelo DJ Fabrício Miranda. Também tuiteiro e divulgador da festa, claro.

Paulo Pampolin/Folha Imagem
Felipe Manso, Monique Freitas e Svetlana Bianca na FunHouse, no Baixo Augusta
Felipe Manso, Monique Freitas e Svetlana Bianca na FunHouse, no Baixo Augusta

Em noitadas como essa, surgem as mensagens de Svetlana, que tem um HTC Touch. “O problema são os ‘tweets’ depois de beber umas tequilas.”

Simbiose

Mas por que tanta sintonia entre o telefone móvel e a rede social? A explicação está na própria origem do site, lançado em 2006. O limite de 140 caracteres digitados em cada “tweet” foi estabelecido tendo em mente o do torpedo de celular -160 caracteres. Assim, os usuários da rede social podem enviar mensagens do celular – mesmo a partir daqueles que não têm acesso à internet.

Hoje, no entanto, o cenário é diferente. Na era do “smartphone”, torpedo pode virar coisa do passado. Esse “celular esperto” –iPhone, Blackberry etc.– tem a tela e o teclado grandes, feitos para a navegação na rede.

Com um desses celulares com internet na mão, o serviço se torna completo. “O Twitter é a evolução do torpedo”, afirma Philip Klien, diretor de inovação da Predicta, consultoria especializada em marketing on-line. Afinal, mensagem de texto enviada pelo telefone é uma ação unilateral. Com internet no celular, há troca de informações. “Do bar, acesso a minha página e também posso ver o que meus amigos estão ‘tuitando’ naquele momento”, afirma o designer Márcio Villar, 32, 115 seguidores, dono de um iPhone.

“No site, não escrevo para alguém específico, mas para todo mundo ao mesmo tempo. Eu falo para o vento”, diz Márcio. Em quase todas as suas mensagens, o designer inclui fotos, para tornar o convite mais apetitoso.

No primeiro “tweet”, a foto é de um copo de chope cheinho. No segundo, de um prato de canapés. A outra encerra a jornada no Bar Léo, no centro da cidade, mostrando o lado de fora do lugar, apinhado de gente. Em uma dessas “tuitadas” com foto, Márcio enviou uma imagem do chope que tomava no bar Filial, na Vila Madalena. E se surpreendeu: pouco depois apareceu um amigo, dizendo que tinha visto a mensagem direto do celular.

Seus seguidores podem se livrar de um telefonema ou de um torpedo na madrugada. “Acho meio chato ficar ligando para os amigos porque são vários. Também porque é invasivo ligar no meio da noite para dizer que a balada está boa”, diz Leandro, que chega a escrever uns oito “tweets” por saída.

Para ele, a comunicação não pode ser obrigatória. “A pessoa vai atrás das informações de quem quiser”, diz. “No celular, não. A pessoa pode estar dormindo, e você, bebendo do outro lado da linha.”

Slogan ao pé da letra

Paulo Pampolin/Folha Imagem
Márcio Villar, que encosta o carro para "tuitar" sobre blitze da lei seca
Márcio Villar, que encosta o carro para “tuitar” sobre blitze da lei seca

Os “tuiteiros” da balada seguem à risca o slogan do Twitter: “Compartilhar e descobrir o que está acontecendo agora, em qualquer lugar do mundo”. Antes, até julho deste ano, o lema da rede era “o que você está fazendo”. Isso significava (e ainda significa, em muitas páginas) mensagens ao estilo de blogs pessoais, nos quais as pessoas contam a vida como em um diário.

“Até deletei conhecidos da minha lista por escreverem bobagens que não acrescentam nada”, afirma Rafael Williams, 27, 250 seguidores. Ele é do time dos que usam o Twitter para congregar. E argumenta que é difícil ler, no meio da balada, as coisas mais interessantes no microblog, se elas estiverem em meio a várias outras escritas por quem “não tem o que dizer”.

No time das pessoas interessantes, há quem faça fama na rede e tenha uma legião de seguidores. Como Flávia Durante, 32, que tem 5.595. A jornalista e DJ se define como ativista cultural e usa o Twitter também para divulgar baladas.

Para aproveitar essa instantaneidade, aliada ao fato de “compartilhar o que está acontecendo agora”, os tuiteiros de balada se tornaram espécie de fiscais do trânsito… contra a lei seca. De bar em bar, eles tuitam do carro avisando onde está acontecendo alguma blitz.

Esse foi um dos muitos “avisos” de Márcio Villar para seus seguidores no Twitter, feitos no sábado 22 de agosto. São mensagens tecladas o mais rápido possível, logo depois de passar pela blitz. O celular é acionado assim que o carro encosta na rua ou para no estacionamento.

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No Rio, conta Philip Klien, carioca que mora em São Paulo, as blitze são tão mais presentes que os usuários escrevem no Twitter direto para o “trending topic” –uma espécie de subgrupo– chamado “bols” (blitz da operação lei seca).

O “trending topic” é criado pelos próprios usuários e facilita na pesquisa por tema. Ou seja, você pode entrar no Twitter, buscar todas as mensagens escritas para o “#bols” e saber onde estão acontecendo as blitze no Rio. “Você faz a busca específica em tempo real, na saída do bar. É uma forma de as pessoas se prevenirem, mesmo não sendo positivo, por burlar a lei”, completa Philip.

Com tantos usos e abusos, o Twitter virou um bom companheiro dos baladeiros conectados.

Os Smartphones e a Eficiência em Negócios

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Neste webinar, Alex Zago, Gerente de Inteligência de Mercado da RIM, e Vinicius Caetano, Analista Senior de Telecom da IDC Brasil, falam sobre como os smartphones podem aumentar a produtividade das empresas e impulsionar os negócios. A dupla de experts traz ainda cases de aplicações para diversos segmentos, além de esclarecerem aspectos relacionado a segurança e desenvolvimento de aplicações customizadas.

Voce deverá se cadastrar antes de ver este seminário, basta seguir o link http://w.on24.com/r.htm?e=155426&s=1&k=0A5A8C59957F0E8CAD9B8D9A61BDC830&text_language_id=P&partnerref=SiteITWeb

Google integra aplicativos com BlackBerry Enterprise Server

Category : Notícias

por Marin Perez | InformationWeek EUA
21/08/2009

Integração promove conexão entre aplicativos corporativos do Google e os smartphones da Research In Motion

O Google está dando um grande passo em direção ao segmento corporativo ao integrar o Google Apps com o BlackBerry Enterprise Server (BES) da Research In Motion (RIM).

Originalmente anunciada em maio, essa integração permite aos usuários do Google Apps Premier acessar e-mail, contatos e calendário por meio dos smartphones da linha BlackBerry como se fossem funcionalidades do próprio aparelho. Além disso, os departamentos de TI poderão monitorar e gerenciar o acesso às redes corporativas.

Essa integração significa que usuários corporativos do Gmail podem ter seus e-mails no aparelho em menos de um minuto, assim como sincronização das mensagens deletadas. Profissionais que estão constantemente na rua e precisam de ferramentas de mobilidade terão também seus contatos do Gmail sincronizados com o BlackBerry.

Trata-se do último movimento do Google em direção aos usuários corporativos. A companhia está em grande campanha para convencer empresas a utilizarem seus serviços. Ganhar suporte do BlackBerry se torna um fator chave neste processo, já que a RIM domina o espaço de mobilidade corporativa.

Apesar da parceria e integração, num futuro próximo, o Google também será concorrente da RIM, já que a empresa vem trabalhando para melhorar as funcionalidades de sua plataforma móvel, Android, de forma que fique mais atrativa para o mundo empresarial.

Cidades do interior têm internet gratuita no Brasil

Category : Notícias

Em Mâncio Lima, cidade do Acre, na fronteira com o Peru, apenas 5% dos habitantes recebem água encanada em casa. Mas o morador que tiver um computador pode acessar a internet de graça pelo sistema sem fio instalado pela prefeitura no mês de maio.

Assim como o município de 13 mil habitantes do Acre, prefeituras de todo o país, especialmente de pequenas cidades, vêm se mobilizando para instalar sistemas gratuitos de internet para a população.

Fred Chalub/Folha Imagem
"Vila do Doce", em Ribeirão Pires, na Grande SP, possui sinal gratuito de internet; município tem 107 mil habitantes
“Vila do Doce”, em Ribeirão Pires, na Grande SP, possui sinal gratuito de internet; município tem população de 107 mil habitantes

A implantação do sistema já havia causado polêmica em grandes cidades na campanha eleitoral do ano passado, quando candidatos como Marta Suplicy (PT), em São Paulo, chegaram a prometer o acesso universal e gratuito à internet.

Em três cidades, os prefeitos aproveitaram as festas de aniversário do município para lançar os sistemas. Em Jaboticabal (SP), a prefeitura diz já ter investido R$ 1 milhão no sistema nos últimos quatro anos. Poços de Caldas (MG) gastou R$ 315 mil com o projeto.

Em Parintins (AM), de 102 mil habitantes e famosa por seu festival folclórico, a prefeitura instalou antenas em praças que permitem o acesso.

Segundo a administração municipal, a novidade atrai usuários com notebooks ao local. “Diariamente, umas 50 pessoas sentam na praça, levam suas cadeiras. Tem gente que começa a acessar às 7h da noite e sai às 3h da manhã”, diz Francisco Neto, coordenador do projeto. O mesmo ocorre em Manacapuru, também no Amazonas.

A prefeitura de Parintins gastou R$ 7.000 na importação de cada antena que possibilita o acesso. A mesma quantia foi paga em Mâncio Lima. Segundo a chefe de gabinete, Maria Ivete Pinheiro, havia muita demanda por internet na cidade.

Em parte das cidades, há restrições para conteúdos considerados inadequados, como sites eróticos. Rio Verde (GO), que iniciou o serviço no início do mês, veta o download ilegal de músicas e filmes.

Para o sociólogo Sérgio Amadeu, que é doutor pela USP e pesquisa inclusão digital, o modelo adotado pelas prefeituras no Brasil é adequado para pequenas cidades. Ele afirma que, em levantamento com municípios que adotaram o sistema, mais moradores acabaram comprando computadores.

Diz ainda que, em cidades carentes, a implantação da internet gratuita “é uma forma de romper a reprodução da miséria” e pode gerar empregos.

Subutilizado

Pouca gente parece saber, mas quem vai à praça central de Ribeirão Pires, na Grande São Paulo, pode acessar a internet sem pagar nada. O local, conhecido como “Vila do Doce”, com cafés e bares, é uma espécie de ponto de encontro da cidade. E com conexão gratuita à rede.

A prefeitura do município, de 107 mil habitantes, investiu R$ 140 mil para inaugurar no ano passado o ponto de acesso. O vendedor André Rodrigues, 30, trabalha nas proximidades da vila e se acostumou a aproveitar a conexão livre em seu BlackBerry. “Facilita. Se precisar, [a qualquer hora] dá para mandar um e-mail”, diz. Ele reclama que a rede é instável e, às vezes, não é detectada.

Parte dos comerciantes e funcionários que trabalham na praça, porém, desconhecem a existência do sistema. A Folha esteve na praça na tarde da última sexta-feira e não havia moradores aproveitando o acesso à internet.

Questionadas pela reportagem, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) e o Ministério das Comunicações disseram que não tinham como informar quantas cidades já lançaram esse tipo de serviço em todo o país.

Em Tibagi (PR), o prefeito Sinval Silva (PMDB) diz que a ideia de implantar o acesso à rede é auxiliar quem não tem dinheiro para pagar provedor.

“O cidadão pode comprar o computador. Para ele ter um sinal, precisa ter um telefone fixo. Somando, ele vai ter que pagar R$ 150 por mês para a companhia telefônica. Nós queremos fornecer isso gratuitamente. E ele vai utilizar os R$ 150 para fazer outra coisa, até para pagar a prestação do computador.”

Nos EUA

Cercada de polêmica, a implantação de sistemas de acesso gratuito de internet nos Estados Unidos não foi bem-sucedida em algumas cidades.

Em San Francisco, Chicago e na Filadélfia, problemas nas parcerias privadas que sustentavam os projetos nos últimos anos acabaram provocando o fim da experiência.

O modelo é criticado por representar uma ação estatal em uma área tradicionalmente regida pela iniciativa privada. Os defensores da política dizem que ela beneficia localidades que não seriam atendidas pelo sistema convencional.

Apps de Blackberry pro Brasil

Category : Aplicativos

18/08/2009 14:10:59 Por Fernando Souza Filho

PC Magazine

 
 

Blackberry

O BlackBerry App World já está disponível para usuários de smartphones BlackBerry na Argentina, Brasil, Chile, México e Venezuela, com disponibilidade em breve em outros países latino-americanos.

A nova loja de aplicativos dos dispositivos BlackBerry reúne uma grande variedade de aplicativos pessoais e profissionais para os usuários descobrirem.

Nesses países, os usuários já podem baixar aplicativos da BlackBerry App World para seus smartphones BlackBerry, visitando.

A BlackBerry App World foi desenvolvida para apresentar automaticamente um catálogo de aplicativos disponíveis para o modelo de smartphone BlackBerry específico do usuário.

O que procurar no BlackBerry App World:

- Carrossel Inicial – A BlackBerry App World apresenta vários aplicativos em seu carrossel inicial, facilitando ao usuário percorrer uma variedade de aplicativos em destaque. Os aplicativos em destaque são trocados de tempos em tempos, ajudando ao usuário a descobrir novos aplicativos para praticamente todos os aspectos da vida.

- Top Downloads – A área de “Top Downloads” da BlackBerry App World lista os aplicativos mais baixados.

- Categorias – A BlackBerry App World apresenta uma variedade de categorias de aplicativos. As categorias incluem jogos, entretenimento, mensagens instantâneas, redes sociais, notícias, clima, produtividade pessoal e muito mais.

- Busca/Filtro – A BlackBerry App World inclui busca por palavra-chave com capacidade de filtro.

- Avaliações – Os aplicativos na BlackBerry App World podem ser avaliados pelos usuários, e as avaliações são pontuadas por estrelas. É possível acessar facilmente e ler avaliações de outros usuários, ver fotos de telas e ler uma descrição de cada aplicativo antes de baixá-lo.

- Recomendações – Os usuários da BlackBerry App World podem recomendar aplicativos para outras pessoas através de email, PIN, mensagem SMS ou BlackBerry® Messenger.

- Organização de Aplicativos – A BlackBerry App World contém uma pasta chamada “My World” que mantém o controle dos aplicativos baixados pelo usuário. É um espaço de arquivo pessoal que permite ao usuário desinstalar e reinstalar aplicativos.

- Armazenamento de Aplicativos – Os usuários podem armazenar aplicativos em cartões micro SD ou na memória interna para liberar memória do smartphone.

- Notificações de Atualizações – Usuários da BlackBerry App World podem ser notificados sobre atualizações de aplicativos que baixaram.

Argentina, Brasil, Chile, México e Venezuela ganham loja de aplicativos para BlackBerry

Category : Notícias

O Globo

RIO – A Research In Motion (RIM) anunciou nes segunda-feira o lançamento da BlackBerry App World na Argentina, Brasil, Chile, México e Venezuela. Usuários de smartphones BlackBerry destes países já podem baixar uma grande variedade de aplicativos pessoais e profissionais, visitando www.blackberry.com/appworld ou mobile.blackberry.com a partir de seus aparelhos.

O site do GLOBO está presente na loja virtual com um aplicativo que dá acesso rápido a todos os conteúdos do site móvel do jornal: noticiário em tempo real, os sites de Mirian Leitão, Ricardo Noblat e Ancelmo Góis, indicadores financeiros e consulta de vôos, além de notícias de entretenimento e guia de lazer. Saiba mais sobre o aplicativo aqui

A BlackBerry App World foi desenvolvida para apresentar automaticamente um catálogo de aplicativos disponíveis para o modelo de smartphone BlackBerry específico do usuário. Os usuários podem acessar tanto por rede celular quanto por Wi-Fi. Atualmente, os usuários podem escolher baixar os aplicatico em inglês e espanhol. Segundo a empresa, uma interface em Português deve estar disponível até o fim de 2009.

- A plataforma BlackBerry proporciona uma experiência verdadeiramente ímpar a milhões de pessoas, e hoje temos o prazer de melhorar essa experiência com uma nova loja de aplicativos que ajudará conectar consumidores a desenvolvedores e operadoras”, disse Mike Lazaridis, presidente e co-CEO da RIM.

Veja lista de aplicativos fundamentais para seu smartphone

Category : Notícias

Colunista traz sugestões para BlackBerry.

Fernando Panissi* Especial para o G1

Colaboraram Karen Visconti, professora de educação física, e Luciano Oliveira, executivo do mercado de tecnologia e mantenedor do Blog Portal BlackBerry World BR
Viigo, um aplicativo que traz um agregador RSS, informações sobre o tempo, placar atualizado de esportes, dicas de entretenimento, cinema, vídeos e músicas, viagens com cotação de preços de vôos e hospedagens e informações de mercados, alem de interação com o twitter além de diversas outras funcionalidades.
Comunicação instantânea - Os aparelhos já acompanham um cliente para Windows Live Messenger nativo, mas você pode optar por outros programas, como o QuickIM, que tem um custo de US$ 10.
Serviço de mapas – Uma opção interessante é o Nav4all, que faz uso do recurso de GPS do telefone para mostrar rotas até um destino pré-estabelecido.
Twitter – O Twitterberry tem todos os recursos necessários para um bom uso do Twitter, com a vantagem de ser gratuito. Outra opção é o ÜberTwitter, que tem recursos avançados, como utilizar o GPS do aparelho para mostrar no Twitter onde o usuário está.

Foto: Reprodução

Aplicativos para Blackberry. Viigo e suas múltiplas funcionalidades, o Twitterberry com interface simples e EverNote, bonito e funcional. (Foto: Reprodução )

Produtividade - O Evernote é um aplicativo para anotações e recados que fica integrado com a web e deixa suas notas disponíveis tanto no PC quando no smartphone. O serviço tem uma versão gratuita e outra paga, com recursos adicionais.

Outros aplicativos – BBTranslator é um tradutor que tem diversos idiomas, como inglês, espanhol, Frances, alemão e italiano.

LOGICAMENTE, NÓS DO UNIVERSO BLACKBERRY, COMO ESPECIALISTAS INDICAMOS MUITOS OUTROS